quinta-feira, 30 de abril de 2009

...música!

Acho que o J. gosta de música!
Bom...pelo menos tenho a certeza que fica à escuta e muito atento sempre que utilizo o ipod e partilho com ele os headphones.
Muitas vezes ouvi dizer que os bebés, durante a gestação apreciam o som de músicas suaves e, segundo estudos ficam atentos e reagem. Será? Acredito na ciência e em quase todos os seus resultados.
Do meu ponto de vista, atenta aos movimentos do J., julgo, com sinceridade que ele pára cada vez que escuto música. Muitas vezes sinto que tenta "fugir" ao som enrolando-se um pouco mais mas, a maioria das vezes sinto que se movimenta alegremente e me vai pontapeando de forma enérgica. É interessante apreciar e, principalmente acreditar que o J. interage desta maneira com o mundo exterior.

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Os movimentos!


Fantástico mesmo é sentir os movimentos do J.!
Muitas vezes me descreveram esta sensação mas, sinceramente não me parece idêntica a nada que alguma vez me tenham dito.
De vez em quando, não com a frequência que eu imaginava, sinto movimentações umas vezes suaves e outras vezes mais vigorosas! Nem sempre consigo observar os movimentos olhando para a barriga. Aliás, foram muito poucas as vezes em que se traduziram nos, tantas vezes descritos "montes, montanhas e vales" em que as barrigas das mamas se transformam. De qualquer forma, é sempre muito interessante sentir e saber que há uma vida ali.

Mais nacos de prosa?!





A faltarem, no máximo cinco semanas para o nascimento do J. decidi, na esperança de que o meu querido amigo R. tenha esquecido este meu blog (*.*), voltar a escrever os meus verdadeiros "nacos de prosa"! Em boa verdade, às vezes até sabe bem partilhar um pedaço do melhor e do menos bom de cada um de nós para depois reler, analisar e valorar, ou não os comentários.
Este período de gravidez tem corrido com grande normalidade. Sempre fui, nas palavras dos outros, demasiado mimada, demasiado melada, demasiado queixosa mas, na hora da verdade aqui me têm sem queixumes e a levar a vida como sempre.
Não sou de desejos, não me atrapalham os enjoos, não faço fitas nos exames médicos e não passo a vida a falar do dia em que o J. vai nascer! Claro que já me sinto fisicamente cansada mas, felizmente não estou demasiado pesada e ainda aguento todas as tarefas normais.
Felizmente os resultados das observações médicas são positivos. Tirando o excesso de glicose que me obriga a grande e recente contenção, tudo tem estado bem comigo e, principalmente com o J. O bebé tem crescido de forma saudável. Na última ecografia pesava cerca de 1800g e media cerca de 28cm. Bem sei que estes valores são meramente indicativos mas, aqui ficam como mera indicação!
Fazendo fé nas palavras das famílias mais experientes, estou muito atrasada com os "preparativos" para a chegada do J. Ainda não terminei (confesso, nem comecei!) o saco para a maternidade, ainda não guardei as coisas do J. no lugar e, pelo que acabei de ver faltam-me comprar uma série de peças. O dia não me chega para tudo! Tenho que "me gerir” e encaixar as prioridades. A minha mãe está coberta de razão: Estou atrasada!
A minha mãe e a minha tia foram incansáveis em presentes, mimos, carinhos e organização. Não tenho dúvidas, elas colmataram as minhas faltas e, até com algum exagero criaram o "desejado enxoval". Ontem só me apetecia ligar-lhes, gritar socorro e pedir para me virem dar uma mãozinha lá em casa nas arrumações necessárias. Não por preguiça...não é por preguiça! É falta de tempo e, principalmente falta de disposição. Não consigo olhar para os sítios e pensar qual a melhor solução para dispor e organizar perturbando o menos possível.
Gostava de ter sido mais metódica, mais organizada. Gostava de ter feitos as coisas antes de me sentir um pedacinho pesada e cansada. Bom...nada a fazer! No dia em que o J. sair da maternidade e entrar em casa eu vejo como farei, como me organizarei...Terei tempo nessa altura?
Vou escrevendo…

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

O carrinho...


Depois de muito pensarmos, de compararmos preços, de fazermos até um curso sobre carros e segurança, eu e o S. decidimos a marca e o modelo do carrinho para o J. Vamos optar pelo città da casual play, de cor azul petróleo! Não é dos mais caros, não é dos mais económicos mas é, sem dúvida dos mais práticos, seguros e bonitos :) Ficamos muito entusiasmados com a escolha que, confesso, demorou mais de três meses!
Entretanto, quando começávamos a fazer planos para a aquisição efectiva do primeiro transporte do J. recebemos uma excelente notícia: A Tia L. e o Tio A. vão oferecer o carrinho ao J.! Loucura, bem sei mas, ainda assim será muito boa esta ajuda que permitirá adquirir outras coisas também necessárias para o pequenino.

Atrasada nas notícias!


Estou mesmo muito atrasada nas notícias sobre o J. Em boa verdade, apesar de não deixar de escrever no meu diário de cabeceira, tenho andado às voltas e voltas para tentar recuperar a companhia do G.!
O J. está óptimo :) Segundo a médica está a crescer com normalidade e, pelo que se pode observar na ecografia morfológica tudo pareceu bem. Eu já o sinto claramente a mexer mas, como ainda é mesmo muito pequenino passa vários dias sem se manifestar.
Na última consulta, dia 27 de Janeiro, o J. estava, aparentemente "bem disposto" e, quando a Dra I.P. se queixou por ele ter as mãos cerradas de imediato, coincidência ou talvez não ;) ele abriu ambas as mãos e "dirigiu-as a nós". Ah! É mesmo bom pensar que ele nos ouve, percebe e manifesta vontades. Claro que isto são ilusões de mães e de pais mas...por favor, é mesmo bom fazer de conta que eles percebem tudo e se manifestam assim.
Sinceramente, muitas vezes acho que o J. participa nos nossos momentos familiares. Como imaginam temos passado por horas dificeis, conversamos imenso sobre o processo do G. e tomamos necessárias decisões. Nas alturas mais decisivas sinto que o J. está ali e, ilusão ou não, mexe e não mexe em função do que vamos conversando.
Já sei, bem sei...as grávidas lembram-se de cada coisa!

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

O beijo!



Para mim "o beijo" sempre foi um sinal de afecto, de carinho de bem-querer. Desde pequenina que fui habituada a beijos carinhosos e carregados de amor. Os meus pais nunca se deitaram sem me dar "o beijo" de boa noite e, nunca me acordaram sem "o beijo" de bons dias!
Nunca fui muito "melosa", muito beijoqueira e, confesso, desde nova que não aprecio aqueles abraços apertados carregados de beijinhos e mordidas dos tios em brincadeira com os sobrinhos. Sou mimada. Aliás, considero o mimo um privilégio, uma questão de feitio e nunca um defeito mas, ainda assim "o beijo" não tem que ser, do meu ponto de vista acompanhado pelo abraço muito apertado, as cócegas na barriga e os apertos nas bochechas. O beijo é, ou pode ser, tão só um beijo!
Não concebo a minha vida sem "o beijo" de bom dia, "o beijo" de "como correu o teu dia?" e "o beijo" de boa noite. É assim que quero habituar o J. quando ele nascer e é exactamente isso que faço sempre que o G. está em nossa casa. É uma forma de trabalhar a linguagem dos afectos e de lembrar cada um de nós que pode contar sempre com o outro.
Ainda hoje, ao fim de mais de 35 anos de casados vejo os meus pais a trocarem esses beijos diários e, para mim tão importantes.
Um bom fim de semana para todos, carregado de beijos afectuosos, sorrisos e passeios com quem mais nos importa.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Tempo sem tempo mas que precisa de tempo!

Hoje só me interessa o tempo!
Para o que merece tempo nunca há tempo quando temos tempo para o que não devia ter tempo! Escrever sobre o tempo sem a preocupação de perder tempo a olhar para o bom português. Hoje dei conta que preciso de mais tempo do meu e do teu tempo para não perder nem um pedaço de cada sensação.
Tempo e mais tempo!